segunda-feira, 23 de março de 2015

Açougues podem fazer a diferença...


Em 1999, em Amsterdã (Holanda), vi que as vitrines dos açougues funcionavam como obras de arte – um estímulo aos sentidos.

Além disso, na entrada dos estabelecimentos, figurava em destaque a letra “K”, com uma coroa na parte superior.

Era a abreviação de keurslager (açougue) e indicava uma marca registrada pela associação dos açougueiros. Para os consumidores significava garantia de atendimento personalizado e profissional, de controle higiênico-sanitário e de qualidade da carne.

Em toda a Holanda, cerca de 550 associados eram autorizados a usar a marca como uma franquia, na qual o comerciante, embora absolutamente independente nas suas ações econômicas, está sujeito a regras disciplinadoras.

A associação fornece assessoria e treinamento em gestão, marketing e automatização para valorizar a qualidade da atividade e sua imagem.

Uma verdadeira estratégia de confiabilidade baseada na certificação.

O processo de certificação se tornou tão vigoroso que foi estendido a 200 estabelecimentos belgas e já é referência na Alemanha, Inglaterra, Irlanda, Polônia e Austrália.

A associação desenvolve ações permanentes para garantir a melhoria do padrão de atendimento, tornando o empreendimento mais eficiente e competitivo para enfrentar a concorrência das grandes redes varejistas.

Essa experiência me motivou a trazer o modelo para o Brasil.

Temos condições de ser bem-sucedidos, pois contamos com uma rede de potenciais parceiros, reunindo escolas e faculdades públicas, o Sindicato do Comércio Varejista de Carnes Frescas do Estado de São Paulo e o Sebrae-SP.

Nesta última entidade, já está em desenvolvimento um projeto de Certificação de Açougue.

Temos convicção de que este modelo servirá de inspiração para outras atividades, resultando no fortalecimento da atividade empreendedora em benefício da coletividade.

MANUEL HENRIQUE FARIAS RAMOS Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Carnes Frescas do Estado de São Paulo, vice-presidente da FecomercioSP e conselheiro do Sebrae-SP

Texto extraído do Jornal de Negócios

Tadeu Artur Cavedem
Consultor comportamental
Palestrante motivacional

Celular: 11 9 9989-4865

sábado, 21 de março de 2015

Pen drive assassino frita aparelhos quando plugado.


Se sua empresa não tem uma política para pen drives e dispositivos USB, é melhor reconsiderar.

Um pesquisador conseguiu criar um pen drive que pode causar uma sobrecarga capaz de queimar violentamente os componentes de um computador ou dispositivo a que foi conectado.

Com um conversor de corrente e alguns capacitores soldados a uma pequena placa, todos componentes facilmente encontrados em lojas online de peças para eletrônicos, foi possível montar uma pequena bomba.

Segundo o pesquisador, não foi necessário nenhum maquinário especial nem muita perícia em solda para conseguir montar o pequeno dispositivo maligno.

Quando o pen drive é conectado, ele carrega os capacitores para -110V antes de desligar. Em seguida, um transistor descarrega a eletricidade armazenada através dos pinos de dados da porta USB.

Isso continua até que os capacitores chegam até -7V, reiniciando o ciclo do conversor DC-DC e recarregando o banco de capacitores do pen drive para o próximo ciclo.

Esse circuito ultrapassa as proteções elétricas das portas USB e causa uma sobrecarga que pode explodir os capacitores da placa-mãe, chips e chegar até à CPU, inutilizando completamente todos os componentes da máquina.

Felizmente, o pesquisador não publicou os esquemas para a montagem do aparato letal, mas a partir do conceito um engenheiro habilidoso pode chegar ao mesmo princípio.

Potencialmente, um pen drive do tipo pode ter o mesmo efeito devastador em qualquer equipamento em que for plugado, como tablets, smartphones, televisores e aparelhos de som.

Espetar um pen drive desconhecido em qualquer máquina, especialmente as do trabalho, é uma péssima ideia.

Se antes o risco era pegar um malware ou trojan, em breve o resultado pode ser ainda mais tenebroso.

Autor: Jocelyn Auricchio
Texto extraído  da Revista Eletrônica BitMagazine

Tadeu Artur Cavedem
Palestrante motivacional
Consultor comportamental

Celular: 11 9 9989-4865

sexta-feira, 20 de março de 2015

Todos saem ganhando quando se investe na capacitação dos colaboradores...


Quando uma empresa investe na capacitação dos seus colaboradores o ganho é certo, pois essa atitude ajuda a mantê-los motivados e preparados para enfrentar os desafios do dia-a-dia, isso sem falar na redução da rotatividade e da melhor na qualidade dos produtos e serviços.

Investir na capacitação dos colaboradores é o  verdadeiro jogo do ganha-ganha, pois todos saem ganhando: o colaborador, a empresa, o cliente e a sociedade como um todo.

O colaborador ganha em conhecimento e reconhecimento. Consegue ser cada vez mais produtivo.  

A empresa consegue ser mais lucrativa, pois produzirá mais com menos, através de uma significativa redução de desperdícios e melhora na qualidade de seus produtos e serviços.

Os clientes receberão os produtos dentro das especificações de qualidade, com preços mais competitivos e se sentirão felizes por ter a sua empresa como um grande fornecedor e parceiro.

A sociedade será beneficiada por produtos de qualidade com preços mais acessíveis produzidos por pessoas cada vez mais especializadas, preparadas e felizes.

A empresa que investe no conhecimento de seus colaboradores está investimento no desenvolvimento da própria empresa.

Não só o conhecimento técnico é necessário, mas é preciso também investir em projetos que permitam que os colaboradores possam conhecer a si mesmos. Quando nos conhecemos mais profundamente conseguimos melhorar os relacionamentos interpessoais.

O mau relacionamento interpessoal afeta todos os sistemas operacionais da empresa gerando perdas para todos.

O desafio dos empreendedores é envolver todos os seus colaboradores num processo natural de comprometimento com a empresa, com a profissão, com sociedade, enfim, com a vida.

O melhor caminho e dar aos colaboradores uma nova percepção de vida para que eles possam tornar-se pessoas melhores e envolver todos aqueles que convivem à sua volta, seja na família, no trabalho, na escola, no clube ou nas ruas nesse processo natural de comprometimento com tudo o que se propuser a fazer.

A FuturaMente em um projeto chamado: “Tornar-se pessoa” que vem fazendo muito sucesso nos últimos 20 anos em grandes empresas brasileiras, e agora está disponível também para pequenas e médias empresas. 

Não se trata de um projeto de treinamento, mas sim de um processo educacional que visa dar aos colaboradores uma nova percepção de vida.

Consulte-nos através do e-mail: contato@futuramente.com.br .

Tadeu Artur Cavedem
Palestrante motivacional
Consultor comportamental

Não seja escravo do teu trabalho...


O mundo moderno exige que sejamos cada vez mais produtivos e lucrativos e não adianta ficar reclamando do sistema, seja ele capitalista, socialista ou comunista, porque em qualquer um deles você terá que trabalhar. 

O que não podemos fazer é nos deixar levar pelo pessimismo e vitimismo, achando que só nós estamos fazendo a nossa parte. 

O trabalho, seja ele qual for, pode e deve ser uma grande oportunidade para você colocar em ação todo o seu potencial criativo à serviço da sua comunidade. 

Se encará-lo apenas como uma fonte de renda acabará se tornando escravo do próprio trabalho e o mesmo passará ser uma obrigação muito desagradável. 

Aprenda a gostar do que faz e dê o melhor de si, sabendo que a sociedade irá se beneficiar do seu trabalho. 

A alegria surgirá naturalmente na sua vida profissional. 

Sucesso, hoje e sempre!

Tadeu Artur Cavedem 
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quinta-feira, 19 de março de 2015

Bom ambiente de trabalho beneficia os negócios.


Criar um clima agradável no trabalho é receita para aumentar produtividade e faturamento ao ano.

Qual empresário nunca se deparou com funcionários desmotivados em função de um ambiente de trabalho ruim?

O que muitos não percebem é que o clima afeta diretamente os negócios e pode causar prejuízos financeiros, com queda na produtividade.

“Empresas com excelentes ambientes de trabalho, além de proporcionarem melhor qualidade de vida aos funcionários, são mais produtivas, têm rotatividade significantemente menor que a média do mercado e registram crescimento mais sólido e uma chance maior de sucesso nos negócios”, afirma Bruno Mendonça, responsável pelo conteúdo da Great Place to Work do Brasil, companhia especializada em pesquisa, em consultoria e em treinamento focados no tema.

Segundo ele, os benefícios são concretos: pesquisa da Universidade de Wharton (EUA) e da London Businness School (Inglaterra) mostra que as empresas eleitas entre as cem melhores companhias para trabalhar nos Estados Unidos, entre 1984 e 2009, tiveram lucros maiores, na faixa de 2,4% a 3,7% ao ano.

“A análise concluiu também que a satisfação no trabalho está relacionada com o valor de mercado da companhia. Por isso, todas as empresas devem se importar com o ambiente de trabalho, independentemente do tamanho. A questão está mais na postura e nas atitudes das lideranças do que em ações que exijam grandes investimentos”, explica.

Para criar um ambiente positivo, um princípio essencial é criar e manter altos índices de confiança entre as pessoas. Apesar de isso exigir que toda a equipe faça parte do processo, os donos da empresa têm papel fundamental.

“Atitudes como falar e escutar sempre os funcionários e compartilhar com eles os resultados obtidos pela empresa ajudam bastante. Essas são práticas simples, mas fundamentais para gerar confiança e engajamento dos funcionários”, ressalta Mendonça.

Também é importante medir o nível de satisfação dos colaboradores com a empresa. “A partir de pesquisas, é possível ver quem são seus funcionários e o que eles pensam e desejam. Com base nisso, identificam-se medidas para melhorar o ambiente de trabalho”, diz.

Para as empresas de pequeno porte, pela proximidade, uma conversa pode resolver. Um ambiente de trabalho mais descontraído não deve ser motivo de preocupação para os empreendedores. “Descontração e bons resultados financeiros não são contraditórios. As organizações reconhecidas como as melhores empresas para trabalhar são, comprovadamente, mais produtivas e geram melhores resultados. O principal motivo dos funcionários permanecerem nessas companhias são as oportunidades de crescimento e da confiança que possuem nos gestores e colegas de trabalho”, completa.

Texto extraído do Jornal do Comércio.

Tadeu Artur Cavedem
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Invista seu precioso tempo em coisas úteis...


A ciência tem nos ensinado que nada permanece inerte, tudo no Universo é ação, dinamismo e ação, portanto, se você pretende ser bem sucedido na sua carreira profissional, esteja alinhado com as Leis do Universo. 

Nada de ficar parado esperando que as coisas aconteçam por si só, arregace as mangas e comece a fazer com que as coisas aconteçam na sua profissão. 

Invista seu precioso tempo em coisas úteis, no conhecimentos de novas tecnologias, no aprimoramento de suas habilidades e na sua capacitação profissional. 

Não espere nada da empresa no que diz respeito à sua especialização, pois a responsabilidade do seu sucesso na carreira profissional é sua e não pode ser delegada à ninguém, tampouco à alguma empresa. 

Lembre-se que o emprego é da empresa, mas a carreira é sua. 

Sucesso, hoje e sempre!

Tadeu Artur Cavedem 
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quarta-feira, 18 de março de 2015

Cuide do seu plantio...


Na carreira profissional, assim como na vida, somos responsáveis por tudo o que nos acontece. 

O plantio é livre mas a colheita é obrigatória, portanto, se você não está feliz na sua profissão, aproveite para dar uma parada para refletir sobre o que você está fazendo, ou seja, plantando, porque a colheita não está satisfatória. 

É preciso amar o que faz para que você consiga colocar muito carinho em tudo o que fizer. 

Todo trabalho feito com amor e carinho são boas sementes que darão bons frutos num futuro próximo. 

Seja um bom agricultor na sua vida profissional e cuide muito bem da sua plantação porque ela será a base de sustentação para uma vida digna e saudável. 

Sucesso, hoje e sempre!

Tadeu Artur Cavedem
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segunda-feira, 16 de março de 2015

Feedback ajuda a motivar a equipe...


Dar retorno ao funcionário sobre o seu desempenho reduz custo, melhora a produtividade e diminui a rotatividade.

Colaboradores motivados produzem mais e melhor. 

Isso é fato. 

O desafio para os gestores é encontrar as ferramentas certas para a motivação.

Um poderoso mecanismo para isso o feedback, que em português quer dizer “retorno” e tem um significado particular na área de gestão de pessoas: é a pratica de orientar o funcionário após avaliar o seu desempenho, apontando aspectos positivos e negativos do trabalho executado.

Parece fácil, mas pouquíssimas empresas, especialmente as menores, tem esse hábito, segundo o consultor do Sebrae-SP para a área de Recursos Humanos, Julio Tadeu Alencar. 

Ele destaca a diferença entre feedback e analise de desempenho. 

“O feedback  é dado ao fim do processo ou de casa etapa, enquanto a analise de desempenho é constante”


O primeiro passo para um bom feedback é restringir a avaliação estritamente ao campo profissional, deixando de lado as considerações subjetivas e pessoais. 

A comunicação é muito importante ao longo de todo o processo. “Desde o início, o gestor precisa ter certeza de que o colaborador entendeu o que era esperado dele”, afirma.
Na hora de dar o retorno, é necessário atenção a alguns detalhes: a avaliação é sempre individual; deve ser dada de maneira verbal, mesmo que posteriormente a empresa opte por um registro escrito; a conversa deve ser reservada e sigilosa (é opção do colaborador, e não do gestor, contá-la ou não aos outros). 

Para ser eficiente, um feedback deve envolver exemplos práticos, para que a dinâmica não pareça um “achismo”. 

Deve identificar os pontos fracos e fortes do colaborador, apontar o que saiu errado ao longo do processo e sugerir mudanças. 

Ao gestor, cabe ouvir as justificativas do colaborador e concordar ou discordar, mas com base em fatos e dados.
 
Alencar aponta uma série de ganhos para a empresa em decorrência da prática do feedback: reduz os custos, a rotatividade dos funcionários e o retrabalho, além de aumentar o grau de satisfação da equipe. 

O consultor reconhece que, na ausência desse retorno, o caminho mais fácil para as micro e pequenas empresas é a demissão do funcionário que não atendeu ao que era esperado. 

“Entretanto, é o caminho mais caro”, diz. 

Às vezes, o erro dos gestores começa muito antes. 

“Eles contratam mal, não se comunicam de forma clara e, depois, tendem a culpar o funcionário pelos desvios de rota”, afirma Alencar. 

O consultor orienta os empreendedores a detalhar previamente o perfil da pessoa para cada um dos cargos da empresa e não cair na tentação de contratar o primeiro candidato que aparecer. 

Para o colaborador, a dica é encarar o retorno como uma oportunidade de aprimoramento profissional e nunca levar para o lado pessoal. 

Texto extraído do Jornal de Negócios.

Tadeu Artur Cavedem
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Não reclame... trabalhe!


Enquanto você passa a maior parte do dia reclamando do seu trabalho e da sua empresa, muitas pessoas estão dando o melhor de si naquilo que fazem e estão felizes e satisfeitas com a vida profissional. 

Reclamar é fácil e transfere a responsabilidade do seu insucesso para terceiros, mas fará de você uma pessoa infeliz e mal sucedida em todos os segmentos da vida. 

Assuma o controle de suas ações e conquiste um futuro melhor através de um trabalho feito com amor e dedicação. 

Não existe caminho fácil para o sucesso profissional, todos eles são trabalhosos, portanto, não desperdice o seu tempo reclamando, e use-o para fazer algo útil e importante, não só para você, mas para a coletividade. 

Sucesso, hoje e sempre!

Tadeu Artur Cavedem 
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sexta-feira, 13 de março de 2015

A primeira impressão é a que fica...



Do ponto de vista do sucesso profissional, podemos dizer que há duas lições importantes que podemos extrair de tudo isso.

A primeira é: a intuição é uma ferramenta importantíssima. 

Quanto mais apurada ela for, mais bem-sucedidos seremos. 

Tornar a intuição mais aguçada equivale a confiar mais em si mesmo, a ouvir sua voz interior, que o conecta a seus instintos mais profundos. 

A segunda lição nos ensina que as primeiras impressões podem estar erradas, mas elas deixam sua marca, mesmo assim. 

Portanto, não perca tempo tentando provar a uma pessoa que ela se enganou a seu respeito. 

Em vez disso, preocupe-se em causar uma boa impressão desde o início. 

Poucas coisas são mais trabalhosas e desgastantes do que tentar convencer alguém de que a primeira impressão dela a seu respeito estava errada. 

E há um bom motivo para isso. 

Diversos estudos indicam que as impressões iniciais são muito mais poderosas do que poderíamos imaginar, pois estão ligadas a um mecanismo de defesa e proteção que o ser humano desenvolveu para que pudesse sobreviver como espécie.

Assim, em vez de tentar lutar contra isso, uma pessoa orientada para o sucesso preocupa-se em causar uma boa impressão logo de cara. 

Mesmo porque, às vezes, essa impressão inicial que alguém registra a seu respeito pode ser sua única chance.

Como você poderia convencer um funcionário de recursos humanos – que, por algum motivo, teve uma impressão desfavorável a seu respeito durante uma entrevista para emprego – de que ele está errado e que você é a pessoa certa para o cargo? 

Ou como convencer um investidor que não simpatizou com você de que o seu projeto é excelente?

O principal problema de se aventurar nessas missões impossíveis — ou quase impossíveis — é que, muitas vezes, nem ao menos percebemos que causamos uma impressão desfavorável, e muito menos os motivos pelos quais isso aconteceu.

Pensamos: “Mas meu projeto era perfeito!” ou “eu tinha todas as qualificações necessárias para aquele cargo”, ou, ainda, “com certeza eu estava pronto para aquela promoção”, sem nos darmos conta de que o problema é mais complexo.

Antes mesmo que nossos projetos, ideias, méritos e qualificações sejam avaliados, nossa personalidade já o foi.

Conforme vimos, essa avaliação é feita pelo inconsciente adaptador e, como tal, é rápida, instintiva e acontece no exato instante em que duas pessoas se encontram pela primeira vez. 

E se, por alguma razão, formos reprovados nessa avaliação, é bem pouco provável que consigamos passar com sucesso para a segunda fase, que é a avaliação de nossos projetos, ideias, méritos e qualificações.

A boa notícia é que você pode — e deve — ter mais controle sobre a primeira impressão que você provoca em alguém. 

Prova disso é a existência de empresas como a Hurry Date e a First Impressions e, é claro, as experiências de empresários e muitos outros que continuam abrindo canais para transformar suas ideias em negócios bem-sucedidos.

Ao lerem estas linhas, muitos dirão: “Mas eu não sou carismático, não nasci com uma personalidade ‘magnética’”. É verdade que algumas pessoas parecem ter o “dom” de causar uma impressão favorável naturalmente, sem esforço algum. 

Contudo, isso ocorre porque elas desenvolveram a habilidade de lidar com uma série de fatores que contribuem para transmitir uma imagem favorável.

Esses fatores vão desde o autoconhecimento até a intuição aguçada, passando pela comunicação verbal e não verbal, pela capacidade de criar empatia, de transmitir confiança, de saber ouvir e de demonstrar interesse genuíno pelo outro, e assim por diante.

E se essas pessoas conseguem, você também pode conseguir.


Autor do artigo: Ricardo Bellino
Texto extraído do Jornal do Comércio

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