Proporcionamos aos seus colaboradores uma nova percepção de vida... A sua empresa jamais será a mesma depois dos nossos autoencontros.... Mais qualidade, maior produtividade, melhores relacionamentos interpessoais, mais harmonia entre as pessoas, mais qualidade de vida e muito mais lucratividade para a sua empresa.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Invista seu precioso tempo em coisas úteis...
A ciência tem nos ensinado que nada permanece inerte, tudo no Universo é ação, dinamismo e ação, portanto, se você pretende ser bem sucedido na sua carreira profissional, esteja alinhado com as Leis do Universo.
Nada de ficar parado esperando que as coisas aconteçam por si só, arregace as mangas e comece a fazer com que as coisas aconteçam na sua profissão.
Invista seu precioso tempo em coisas úteis, no conhecimentos de novas tecnologias, no aprimoramento de suas habilidades e na sua capacitação profissional.
Não espere nada da empresa no que diz respeito à sua especialização, pois a responsabilidade do seu sucesso na carreira profissional é sua e não pode ser delegada à ninguém, tampouco à alguma empresa.
Lembre-se que o emprego é da empresa, mas a carreira é sua.
Sucesso, hoje e sempre!
Tadeu Artur Cavedem
Palestrante motivacional
Consultor comportamental
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quarta-feira, 18 de março de 2015
Cuide do seu plantio...
Na carreira profissional, assim como na vida, somos responsáveis por tudo o que nos acontece.
O plantio é livre mas a colheita é obrigatória, portanto, se você não está feliz na sua profissão, aproveite para dar uma parada para refletir sobre o que você está fazendo, ou seja, plantando, porque a colheita não está satisfatória.
É preciso amar o que faz para que você consiga colocar muito carinho em tudo o que fizer.
Todo trabalho feito com amor e carinho são boas sementes que darão bons frutos num futuro próximo.
Seja um bom agricultor na sua vida profissional e cuide muito bem da sua plantação porque ela será a base de sustentação para uma vida digna e saudável.
Sucesso, hoje e sempre!
Tadeu Artur Cavedem
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segunda-feira, 16 de março de 2015
Feedback ajuda a motivar a equipe...
Dar retorno ao funcionário sobre o seu desempenho reduz
custo, melhora a produtividade e diminui a rotatividade.
Colaboradores motivados produzem mais e melhor.
Isso é fato.
O desafio para os gestores é encontrar as ferramentas certas para a motivação.
Um poderoso mecanismo para isso o feedback, que em português quer dizer
“retorno” e tem um significado particular na área de gestão de pessoas: é a
pratica de orientar o funcionário após avaliar o seu desempenho, apontando
aspectos positivos e negativos do trabalho executado.
Parece fácil, mas pouquíssimas empresas, especialmente as menores, tem esse
hábito, segundo o consultor do Sebrae-SP para a área de Recursos Humanos, Julio
Tadeu Alencar.
Ele destaca a diferença entre feedback e analise de desempenho.
“O feedback é dado ao fim do processo ou
de casa etapa, enquanto a analise de desempenho é constante”
O primeiro passo para um bom feedback é restringir a
avaliação estritamente ao campo profissional, deixando de lado as considerações
subjetivas e pessoais.
A comunicação é muito importante ao longo de todo o
processo. “Desde o início, o gestor precisa ter certeza de que o colaborador
entendeu o que era esperado dele”, afirma.
Na hora de dar o retorno, é necessário atenção a alguns detalhes: a avaliação é sempre individual; deve ser dada de maneira verbal, mesmo que posteriormente a empresa opte por um registro escrito; a conversa deve ser reservada e sigilosa (é opção do colaborador, e não do gestor, contá-la ou não aos outros).
Na hora de dar o retorno, é necessário atenção a alguns detalhes: a avaliação é sempre individual; deve ser dada de maneira verbal, mesmo que posteriormente a empresa opte por um registro escrito; a conversa deve ser reservada e sigilosa (é opção do colaborador, e não do gestor, contá-la ou não aos outros).
Para ser
eficiente, um feedback deve envolver exemplos práticos, para que a dinâmica não
pareça um “achismo”.
Deve identificar os pontos fracos e fortes do colaborador,
apontar o que saiu errado ao longo do processo e sugerir mudanças.
Ao gestor,
cabe ouvir as justificativas do colaborador e concordar ou discordar, mas com
base em fatos e dados.
Alencar aponta uma série de ganhos para
a empresa em decorrência da prática do feedback: reduz os custos, a
rotatividade dos funcionários e o retrabalho, além de aumentar o grau de
satisfação da equipe.
O consultor reconhece que, na ausência desse retorno, o
caminho mais fácil para as micro e pequenas empresas é a demissão do
funcionário que não atendeu ao que era esperado.
“Entretanto, é o caminho mais
caro”, diz.
Às vezes, o erro dos gestores começa muito antes.
“Eles contratam
mal, não se comunicam de forma clara e, depois, tendem a culpar o funcionário
pelos desvios de rota”, afirma Alencar.
O consultor orienta os empreendedores a
detalhar previamente o perfil da pessoa para cada um dos cargos da empresa e
não cair na tentação de contratar o primeiro candidato que aparecer.
Para o
colaborador, a dica é encarar o retorno como uma oportunidade de aprimoramento
profissional e nunca levar para o lado pessoal.
Texto extraído do Jornal de Negócios.
Tadeu Artur Cavedem
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Não reclame... trabalhe!
Enquanto você passa a maior parte do dia reclamando do seu trabalho e da sua empresa, muitas pessoas estão dando o melhor de si naquilo que fazem e estão felizes e satisfeitas com a vida profissional.
Reclamar é fácil e transfere a responsabilidade do seu insucesso para terceiros, mas fará de você uma pessoa infeliz e mal sucedida em todos os segmentos da vida.
Assuma o controle de suas ações e conquiste um futuro melhor através de um trabalho feito com amor e dedicação.
Não existe caminho fácil para o sucesso profissional, todos eles são trabalhosos, portanto, não desperdice o seu tempo reclamando, e use-o para fazer algo útil e importante, não só para você, mas para a coletividade.
Sucesso, hoje e sempre!
Tadeu Artur Cavedem
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sexta-feira, 13 de março de 2015
A primeira impressão é a que fica...
Do
ponto de vista do sucesso profissional, podemos dizer que há duas lições
importantes que podemos extrair de tudo isso.
A
primeira é: a intuição é uma ferramenta importantíssima.
Quanto mais apurada
ela for, mais bem-sucedidos seremos.
Tornar a intuição mais aguçada equivale a
confiar mais em si mesmo, a ouvir sua voz interior, que o conecta a seus
instintos mais profundos.
A
segunda lição nos ensina que as primeiras impressões podem estar erradas, mas
elas deixam sua marca, mesmo assim.
Portanto, não perca tempo tentando provar a
uma pessoa que ela se enganou a seu respeito.
Em vez disso, preocupe-se em
causar uma boa impressão desde o início.
Poucas
coisas são mais trabalhosas e desgastantes do que tentar convencer alguém de
que a primeira impressão dela a seu respeito estava errada.
E há um bom motivo
para isso.
Diversos estudos indicam que as impressões iniciais são muito mais
poderosas do que poderíamos imaginar, pois estão ligadas a um mecanismo de
defesa e proteção que o ser humano desenvolveu para que pudesse sobreviver como
espécie.
Assim,
em vez de tentar lutar contra isso, uma pessoa orientada para o sucesso
preocupa-se em causar uma boa impressão logo de cara.
Mesmo porque, às vezes,
essa impressão inicial que alguém registra a seu respeito pode ser sua única
chance.
Como
você poderia convencer um funcionário de recursos humanos – que, por algum
motivo, teve uma impressão desfavorável a seu respeito durante uma entrevista
para emprego – de que ele está errado e que você é a pessoa certa para o cargo?
Ou como convencer um investidor que não simpatizou com você de que o seu
projeto é excelente?
O
principal problema de se aventurar nessas missões impossíveis — ou quase
impossíveis — é que, muitas vezes, nem ao menos percebemos que causamos uma
impressão desfavorável, e muito menos os motivos pelos quais isso aconteceu.
Pensamos:
“Mas meu projeto era perfeito!” ou “eu tinha todas as qualificações necessárias
para aquele cargo”, ou, ainda, “com certeza eu estava pronto para aquela
promoção”, sem nos darmos conta de que o problema é mais complexo.
Antes
mesmo que nossos projetos, ideias, méritos e qualificações sejam avaliados,
nossa personalidade já o foi.
Conforme
vimos, essa avaliação é feita pelo inconsciente adaptador e, como tal, é
rápida, instintiva e acontece no exato instante em que duas pessoas se
encontram pela primeira vez.
E se, por alguma razão, formos reprovados nessa
avaliação, é bem pouco provável que consigamos passar com sucesso para a
segunda fase, que é a avaliação de nossos projetos, ideias, méritos e
qualificações.
A boa
notícia é que você pode — e deve — ter mais controle sobre a primeira impressão
que você provoca em alguém.
Prova disso é a existência de empresas como a Hurry
Date e a First Impressions e, é claro, as experiências de empresários e muitos
outros que continuam abrindo canais para transformar suas ideias em negócios
bem-sucedidos.
Ao
lerem estas linhas, muitos dirão: “Mas eu não sou carismático, não nasci com
uma personalidade ‘magnética’”. É verdade que algumas pessoas parecem ter o
“dom” de causar uma impressão favorável naturalmente, sem esforço algum.
Contudo, isso ocorre porque elas desenvolveram a habilidade de lidar com uma
série de fatores que contribuem para transmitir uma imagem favorável.
Esses
fatores vão desde o autoconhecimento até a intuição aguçada, passando pela
comunicação verbal e não verbal, pela capacidade de criar empatia, de
transmitir confiança, de saber ouvir e de demonstrar interesse genuíno pelo
outro, e assim por diante.
E se
essas pessoas conseguem, você também pode conseguir.
Autor
do artigo: Ricardo Bellino
Texto extraído do Jornal do Comércio
Tadeu Artur Cavedem
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Acolha com amor seus colegas de trabalho...
No ambiente profissional é necessário que compreendamos que existem pessoas que exercem funções básicas e na maioria das vezes muito mais desagradáveis e pesadas que aquela que exercemos.
Isso não significa que essas pessoas são inferiores e nós superiores, portanto, todas elas merecem o nosso carinho, o nosso respeito, a nossa gratidão e a nossa ajuda.
Acolha com amor aqueles que trabalham ao seu lado dando a eles todo o suporte necessário para que tenham um dia maravilhoso ao seu lado.
Não torne as coisas mais difíceis para eles com a sua incompreensão e os seus sentimentos egocêntricos de superioridade.
Você será imensamente bem sucedido na sua carreira profissional quando conseguir obter do outro o respeito e o carinho pela boa convivência.
Sucesso, hoje e sempre!
Tadeu Artur Cavedem
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quinta-feira, 12 de março de 2015
Construa sua própria estrada...
O caminho para chegar ao topo da carreira profissional ainda não está pronto e acabado, mas em fase de construção.
Há muito trabalho a ser feito para concluir esse caminho que te levará ao sucesso.
É preciso entender que não há empreiteiras contratadas para executar esse árduo trabalho, pois essa é uma tarefa de sua inteira responsabilidade.
Deixar o tempo passar, ficar na espera de que alguém irá ajudar apenas atrasará o prazo de entrega e você poderá chegar ao fim da vida sem ter a obra concluída.
Se deseja ser uma pessoa bem sucedida na sua carreira profissional, arregace as mangas, ponha o seu coração em tudo o que fizer e não desperdice o seu precioso tempo com reclamações e lamentações.
Sucesso, hoje e sempre!
Tadeu Artur Cavedem
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quarta-feira, 11 de março de 2015
Cobrar devedores exigem cuidados.
Regras da
cobrança dos inadimplentes vetam qualquer forma de constrangimentos.
Nos últimos
quatro anos, o número de brasileiros com atrasos em crédito pessoal
(empréstimos ou cheque especial) triplicou, segundo o Instituo Geoc, que reúne
as principais empresas de cobrança do Brasil.
Para
elas, a inadimplência dos clientes impõe
um desafio a mais: cobrá-los como manda a lei..
A cobrança
pode ser feita por meio extrajudicial ou judicial.
A primeira
opção deve respeitar o Código de Defesa do Consumidor.
O artigo 42
diz que “na cobrança de débito, o consumidor inadimplente não será exposto a
ridículo nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça”.
Já o artigo
71, de caráter penal, firma detenção de três meses a um ano e multa para quem
“utilizar – na cobrança de dívidas – de ameaça, coação, constrangimento físico
ou moral, afirmações falsas incorretas ou enganosas ou de qualquer outro
procedimento que exponha o consumidor, injustificadamente, a ridículo ou
interfira com seu trabalho, descanso ou lazer”.
“As relações
de consumo são baseadas no princípio da boa-fé e da harmonia. Isso pressupõe
que o consumidor não seja mau pagador, mas teve algum problema para incorrer em
atraso. Por isso, são necessários cuidados na cobrança”, explica o assessor
técnico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São
Paulo (FecomercioSP), Marcelo Correa.
Para as
cobranças judiciais, o Código de Processo Civil é a base.
O consultor
financeiro do Sebrae-SP, João Carlos Natal, orienta que na cobrança da
inadimplência, negocie-se alternativas de pagamento do débito.
“Uma dívida
de R$ 1 mil pode ser dividida em dez parcelas de R$ 100 no cartão de crédito.
Isso tem dado bastante retorno, pois transfere a dívida para a administradora
do cartão.”
Protestar
deve ser a última opção, pois, além da demora para receber, há gastos com
advogado.
A lei não
prevê tempo mínimo para a cobrança após a data de vencimento.
“Por uma
questão de bom relacionamento, as empresas costumar esperar 30, 60 08 90 dias
para efetuar a cobrança”, explica Correa.
A
contratação de empresas especializadas em cobrança é uma alternativa quando há
volume, especialmente se a contratante não possui estrutura para efetuar a
cobrança.
Uma
iniciativa que tem mostrado resultado é o uso de redes sociais para negociação
de dívida.
Entre as
opções para abordagem do cliente estão Facebook, chat online, e-mail e
WhatsApp, todas práticas válidas, segundo o Instituto de Defesa do Consumidor
(Idec), desde que respeitada a regra de não constrangimento.
O diretor de
Recursos Humanos da empresa de cobrança Localcred, Marcos Ariante, explica que
52,4% dos clientes já as utilizam como canal de atendimento.
“A
praticidade das mídias sociais e as novas tecnologias portáteis obriga as
empresas de cobrança a revisar posturas, práticas e estruturas”, ressalta.
Texto
extraído do Jornal de Negócios – Edição de Janeiro/2015.
Tadeu Artur
Cavedem
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9 9989-4865
Cuidado com a preguiça...
A sua carreira profissional assemelha-se a uma grande e importante plantação.
É importante que você cuide para que ela seja próspera e produtiva.
Não permita que ervas daninhas destruam tudo o que você já plantou.
A preguiça é a maior delas, pois não permite que você estude mais, trabalhe mais e se envolva mais no trato diário com a sua profissão.
Como o orgulho não admite a preguiça, encontraremos inúmeras desculpas para justificá-la, tais como: não tenho tempo, não tenho dinheiro, estou cansado, ninguém reconhece o meu trabalho e outras mais.
Assuma o controle da sua vida e pare de responsabilizar terceiros pelos seus fracassos.
Olhe para trás, veja o que já plantou e trabalhe com muito amor no dia de hoje, para que você possa uma boa colheita no amanhã.
Sucesso, hoje e sempre!
Tadeu Artur Cavedem
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segunda-feira, 9 de março de 2015
Como promover ofertas de maneira estratégica?
Como o
empresário do pequeno varejo pode promover ofertas de maneira estratégica?
Quais
elementos ele deve avaliar?
Para a
escolha de ofertas de forma estratégica, o gestor de um pequeno negócio deve
levar em consideração, em primeiro l ugar, o processo de compras, ou seja: como
foi a negociação de entrega com o lote comprado; qual o prazo der pagamento; e
como é o processo de venda dos produtos.
É importante
seguir uma classificação, usando uma forma de separação dos produtos que
considere o volume de vendas em relação à lucratividade.
Não é
recomendado que sejam utilizados para ofertas produtos-chave da empresa, ou
seja, aqueles que são “estrela” (alto giro e alta lucratividade) ou os chamados
“,menino prodígio” (alta lucratividade e baixo giro).
Recomenda-se
que sejam trabalhados aqueles que apresentem baixo giro e baixa lucratividade
ou alto giro e baixa lucratividade, sempre levando em consideração as
negociações para compra.
Tais
produtos devem ser os prioritários no momento de listar os itens que
estrategicamente entrarão em oferta.
Esses
produtos devem ser expostos em pontos precisos n a loja e ter preços com menor
margem de lucro – ou em certas condições, pode-se reduzir o valor cobrado para
o valor de custo.
O varejista
também pode associar um produto a outro para potencializar o valor enxergado
pelo cliente.
Por exemplo:
junta escova ao creme dental, ou copo à cerveja, e colocar um preço
promocional.
É importante treinar e manter a equipe
informada sobre essa estratégia e, por fim, se for necessário, tentar ainda
vender a preço menor que o de custo, a fim de esvaziar o espaço e dar chance
para outros produtos.
Para não
perder dinheiro nem diminuir o capital de giro da empresa, é indicado ofertar
os produtos que estão há mais tempo dentro da loja.
Considere
como estratégia de ofertas o período em que o produto está na prateleira.
Levando em
conta que a maior parte dos produtos é paga no prazo médio de 45 dias, e
correlacionando a estratégia com um semáforo, defina os produtos amarelos (em
alerta), entre 45 e 60 dias, e vermelhos (venda urgente), aqueles com mais de
60 dias, na área de vendas.
Jean Fábio
de Oliveira – Consultor do Sebrae-SP
Texto
extraído do Jornal de Negócios – Edição Janeiro/2015.
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